A ACEMDA recebeu a 2ª edição do Prêmio Guardiãs da Sociobiodiversidade, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) em Brasília.
A Associação Cultural,
Educação, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Diversidade Amazônica
(ACEMDA) conquistou reconhecimento nacional ao ser contemplada na 2ª edição do
Prêmio Guardiãs da Sociobiodiversidade, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente
e Mudança do Clima (MMA). A cerimônia de premiação aconteceu na quarta-feira,
17 de junho, em Brasília (DF).
Representando a entidade, a
presidente da ACEMDA, Andréia Machado, recebeu a premiação em reconhecimento ao
trabalho desenvolvido pela associação na valorização da cultura tradicional, na
preservação ambiental e no fortalecimento das comunidades quilombolas de
Rondônia, especialmente da Comunidade Quilombola de Santa Cruz, localizada no
município de Pimenteiras do Oeste.
A entrega do prêmio contou com
a presença do ministro do Meio de Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo
Capobianco, da deputada federal, Marina Silva, e da ministra substituta da
Igualdade Racial, Bárbara Souza.
O Prêmio Guardiãs da
Sociobiodiversidade reconhece iniciativas que promovem a proteção da
biodiversidade brasileira, a valorização dos conhecimentos tradicionais e o
fortalecimento dos modos de vida de povos e comunidades tradicionais. Nesta
segunda edição, mais de 300 organizações de todo o país participaram do
processo seletivo, sendo apenas 50 contempladas.
Para Andréia Machado, o
reconhecimento representa uma importante conquista para a comunidade e para
todos que atuam na defesa da cultura e do meio ambiente em Rondônia.
“Estou muito feliz em receber
esse prêmio, que representa uma pequena semente de reconhecimento pelo modo de
vida que produz saberes, conhecimentos e contribui para a proteção e o uso
sustentável da biodiversidade no Brasil. É uma alegria saber que o trabalho da
ACEMDA está sendo reconhecido nacionalmente”, destacou.
Desde sua fundação, a ACEMDA
desenvolve projetos voltados à preservação da memória, da identidade cultural e
dos conhecimentos tradicionais de comunidades quilombolas e indígenas, além de
ações de educação ambiental, comunicação comunitária e fortalecimento da
sociobiodiversidade amazônica.
Para Andréia Machado a
conquista do prêmio reforça a relevância do trabalho realizado pela associação
e evidencia a importância das iniciativas comunitárias na conservação ambiental
e na valorização dos povos tradicionais da Amazônia brasileira.
Texto e fotos: Assessoria
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